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| Karl Lagerfeld: estilista faz visita inédita ao Brasil em março (Reuters) |
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10 de dez. de 2012
Karl @Brasil
Diretor criativo da Chanel desembarca no Brasil em março
Fashionistas, tremei: pisa em terras brasileiras nos dias 12 e 13 de março de 2013 ninguém menos que Karl Lagerfeld, o todo-poderoso diretor criativo da Chanel. O que nos dá a honra da visita do Kaiser? Dois motivos. O primeiro é o lançamento da primeira das quatro linhas criadas pelo designer alemão em parceria com a Melissa. Em seguida, Karl é presença confirmada na abertura da exposição The Little Black Jacket. Como sugere o próprio nome, a mostra reúne diferentes nomes da moda e personalidades mundiais como Sarah Jessica Parker, Vanessa Paradis e Carine Roitfeld posando com versões da icônica jaqueta criada por Coco Chanel. Sucesso iniciado em Tóquio, a exibição itinerante já passou por cidades como Berlim, Nova York, Londres e Paris. "Quero fazer um tour por outras cidades também", disse Karl, cuja agenda tem início em São Paulo.
5 de out. de 2012
Frida Kahlo
Vestidos da pintora ganham exposição inédita no México
Após passarem 50 anos guardados, os icônicos vestidos usados pela pintora Frida Kahlo ganharão sua primeira exposição, intitulada "Las Aparencias Enganan: Los Vestidos de Frida Kahlo". Em novembro, 22 itens do guarda-roupa de Frida, incluindo roupas de banho e acessórios, poderão ser vistos pelo público na Casa Azul, museu na Cidade do México dedicado à obra de Frida. “Devemos lembrar que Frida, assim como Diego, queria que as cores, o traje e a cultura das mulheres mexicanas fossem públicas”, disse Carlos Philips, diretor do museu. Escolhidos entre cerca de 300 peças, as duas dezenas de trajes a serem expostos ficaram escondidos durante meio século a pedido de Diego Rivera, marido de Frida.
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| Frida Kahlo: vestidos da pintora ganham mostra inédita no México (Reprodução) |
4 de out. de 2012
O poder de uma cor
Dos longos vermelhos aos scarpins de tachas, Valentino chega ao Brasil trazendo o melhor da história da marca
Por Priscilla Sobral e João Fantini
Há muitas perguntas na lista de questões ainda não respondias pela humanidade e aqui nem estamos falando de indagações ao estilo ovo e galinha ou vida extraterrestre. Longe de nós querer opinar sobre a vida das aves ou de marcianos. Falamos de algo tão mais próximo de nós quanto mais complexo. Afinal, o que querem as mulheres?
Não foram poucos os que tentaram dar uma explicação, seja ela pura lógica ou completamente emocional. De médicos a psicólogos, de músicos a pintores e com muita propriedade os escritores, não foram poucos os que tentaram em vão elencar os desejos femininos. Dizemos em vão pois acreditamos que nenhum deles obteve tanto sucesso quanto um estilista ao dizer: "Eu sei o que as mulheres querem. Eles querem ser bonitas.".
O dono da célebre frase atende pelo nome de Valentino Garavani ou simplesmente Valentino. Italiano da Lombardia, o então jovem criador associou-se ao pai, ainda nos anos 60, para fundar a maison que viria a se tornar um dos conglomerados de moda mais relevantes do século 20. Do endereço da Via Condotti, em Roma, para a estreia nas passarelas de Florença, então capital italiana da moda, foram necessários dois anos e um amor daqueles para a vida toda. Em 1962, Valentino desfilava sua primeira coleção com Giancarlo Giametti como parceiro de negócios e o sucesso de sua silhueta delicadamente elegante veio na forma de clientes ilustres, do porte de Elizabeth Taylor e Audrey Hepburn.
Foi graças a ninguém menos que Jacqueline Kennedy, contudo, que Valentino se tornou nome no topo do ranking da sofisticação. A história é das mais curiosas: encantada com um conjunto usado por Gloria Schiff, irmã gêmea da então editora da Vogue America Consuelo Crespi, Mrs. Kennedy soube que o nome que assinava a etiqueta, estava em Nova York para um baile beneficente. Para quem já imaginou um encontro da dupla na festa, pedimos um minuto mais: Jacqueline não esteve no Hotel Waldorf-Astoria naquela noite, mas Valentino não tardou a enviar ao apartamento dela na Quinta Avenida uma modelo, seu staff e as principais peças de sua coleção. Algumas horas depois estavam encomendados seis modelos de alta-costura, todos em preto e branco, a serem usados no ano após o assassinato do presidente John F. Kennedy.
Do apartamento da então primeira-dama, não demorou para Valentino cair nas graças de Diana Vreeland e ver seus vestidos ganharem as páginas da Vogue. Não era no contraste P&B, porém, que Mr. Garavani marcaria sua trajetória na moda: o espírito de Valentino era vermelho vivo, vibrante, aberto, destemido. Era "Vermelho Valentino". Statement de sensualidade, garantia de sofisticação, a cor passeou por décadas de mudanças sem perder nenhuma nuance e muito menos a capacidade inexplicável de elevar a auto-estima do eleitorado feminino e os olhares masculinos no tempo que se leva para deixar cair sobre o corpo um longo "Vermelho Valentino".
Se falta explicação plausível para nossos fascínio pelo VV, para o sucesso da maison italiana há inúmeros. Um deles, talvez o mais importante, é ter a capacidade que poucas marcas têm de se reinventar, de se adaptar a novas realidades, de antever os desejos daquelas mulheres que parecem sempre já saber o que querem. Provas disso não faltam: atualmente, são 1250 pontos de venda espalhados por 70 países, sendo 66 operados diretamente pelo headquarter italiano. E, em breve, muito em breve, para falar a verdade, serão 1251 e 67. Para frisson das brasileiras, abre as portas nessa sexta-feira (dia 5), nos domínios do Shopping Cidade Jardim, a primeira Valentino instalada em solo tupiniquim.
Una nuova era
A Valentino, uma das mais célebres marcas do Velho Continente, chega ao Brasil no auge de sua remodelação. Aposentado desde 2008, o octogenário estilista passou para as mãos de Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri a tarefa de comandar a marca que fora sua durante quase cinco décadas. Se a expectativa é inimiga da perfeição, o duo não foi temeroso ao que esperavam clientes e, ainda mais, toda uma imprensa ansiosa. Na marca desde 1999, quando foram convidados pelo próprio Valentino a criar uma linha de acessórios inspirada pela coleção de Alta-Costura, a dupla formada pelo European Institute of Design, em Roma, já tinha feito sucesso na direção criativa da Fendi. Um passo além e o talento deles pode ser admirado a cada nova semana de moda.
Na última delas, para a temporada Verão 2013 desfilada em Paris, Piccioli e Chiuri provaram que entendem como ninguém qual a alma da label que pilotam. Em uma passarela com iluminação vinda por baixo, modelos com maquiagem toda em tons de nude e cabelos presos em coques despretensiosos desfilaram lindos vestidos-combinação em renda e camisas com golas Peter Pan fechadas até o pescoço que faziam contraponto a saias com recortes e fendas. Quase toda em preto e branco, combinação hit da estação, a coleção não deixou de fora o "Vermelho Valentino": ele agora aparece em longos fluidos, de mangas longas, mas tão sofisticadamente sexy como deve ser qualquer Valentino.
Dada a discrepância de estações entre os hemisférios Norte e Sul (obrigada, natureza!) a linha que estará nas araras por aqui não é a desfilada em Paris recentemente e sim o Outono-Inverno 2012. Expostas nas quatro luxuosas salas projetadas e interligadas pelo mundialmente famoso David Chepperfield, aparecem casacos com volumes clean e saias para serem usadas sobre calças. Em lã fria, jacquard, couro ou chifon, as cores obedecem ao padrão da marca e passeiam pela cartela dos brancos e nudes chegando ao preto – na Valentino, a linha Noir é dedicada somente às peças nesse tom.
Além das passarelas e das novas lojas brasileiras - São Paulo terá uma Red Valentino, segunda marca do grupo, também no Cidade Jardim, enquanto o Rio de Janeiro recebe ambas as grifes até o fim de 2012 - o trabalho de Valentino e de seus substitutos ganha também uma exposição para chamar de sua. Em 29 de novembro, a Somerset House, em Londres, inaugura a mostra Valentino: Master of Couture Exhibition. Dividida em três setores, a exibição em cartaz até março do próximo ano pretende fazer uma retrospectiva da carreira do estilista e da trajetória de sua marca. O público inicia a visita admirando uma série de fotografias tiradas ao longo da vida de Valentino. Em seguida, os visitantes assumem a passarela, por onde caminham para ver 130 modelos de alta-costura expostos. Finalmente, uma série de vídeos nos convida a adentrar o atelier e demonstra o primoroso trabalho por trás da criação do vestido de noiva da princesa Marie Chantal, da Grécia.
Dos detalhes artesanais da costura de um vestido aos tapetes vermelhos e festas mais badaladas de Hollywood - não poderíamos deixar de citar aqui a curiosidade em torno do vestido de noiva de Anne Hathaway, recém-casada e cujo modelito foi criado pelo próprio estilista, mesmo em fase pós-aposentadoria - vestir Valentino é um statement de poder há décadas. Seja no "seu" vermelho ou em preto e branco, em longos ou curtos ou mesmo nas inconfundíveis e infinamente copiados sapatos da linha Rock Stud. Entre as fãs das mais delicadas flores e das mais ousadas tachas, Garavani é unanimidade fashion.
Ps: Certo dia, Valentino perguntou "Espero que as pessoas digam 'Valentino, ele fez algo para a moda, não é'? ". Perdoe a nossa ousadia, mas agora somos nós a responder: fez muito pela moda. Obrigada.
Por Priscilla Sobral e João Fantini
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| Valentino Garavani em foto no New York Ballet, para o qual ele criou figurinos recentemente (Reprodução) |
Não foram poucos os que tentaram dar uma explicação, seja ela pura lógica ou completamente emocional. De médicos a psicólogos, de músicos a pintores e com muita propriedade os escritores, não foram poucos os que tentaram em vão elencar os desejos femininos. Dizemos em vão pois acreditamos que nenhum deles obteve tanto sucesso quanto um estilista ao dizer: "Eu sei o que as mulheres querem. Eles querem ser bonitas.".
O dono da célebre frase atende pelo nome de Valentino Garavani ou simplesmente Valentino. Italiano da Lombardia, o então jovem criador associou-se ao pai, ainda nos anos 60, para fundar a maison que viria a se tornar um dos conglomerados de moda mais relevantes do século 20. Do endereço da Via Condotti, em Roma, para a estreia nas passarelas de Florença, então capital italiana da moda, foram necessários dois anos e um amor daqueles para a vida toda. Em 1962, Valentino desfilava sua primeira coleção com Giancarlo Giametti como parceiro de negócios e o sucesso de sua silhueta delicadamente elegante veio na forma de clientes ilustres, do porte de Elizabeth Taylor e Audrey Hepburn.
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| Julia Roberts elegeu um modelo Valentino em preto e branco para receber o Oscar de Melhor Atriz, em 2001 (Reprodução) |
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| Costanza Pascolato com seus scarpins da linha Rockstud, modelo infinitamente copiado por marcas do mundo inteiro (Reprodução) |
Se falta explicação plausível para nossos fascínio pelo VV, para o sucesso da maison italiana há inúmeros. Um deles, talvez o mais importante, é ter a capacidade que poucas marcas têm de se reinventar, de se adaptar a novas realidades, de antever os desejos daquelas mulheres que parecem sempre já saber o que querem. Provas disso não faltam: atualmente, são 1250 pontos de venda espalhados por 70 países, sendo 66 operados diretamente pelo headquarter italiano. E, em breve, muito em breve, para falar a verdade, serão 1251 e 67. Para frisson das brasileiras, abre as portas nessa sexta-feira (dia 5), nos domínios do Shopping Cidade Jardim, a primeira Valentino instalada em solo tupiniquim.
Una nuova era
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| Maria Grazia Chiuri e Pier Paolo Piccioli assumiram o comando da marca em 2008 e fizeram um desfile de Primavera Verão 2013 muito elogiado (David Sims) |
A Valentino, uma das mais célebres marcas do Velho Continente, chega ao Brasil no auge de sua remodelação. Aposentado desde 2008, o octogenário estilista passou para as mãos de Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri a tarefa de comandar a marca que fora sua durante quase cinco décadas. Se a expectativa é inimiga da perfeição, o duo não foi temeroso ao que esperavam clientes e, ainda mais, toda uma imprensa ansiosa. Na marca desde 1999, quando foram convidados pelo próprio Valentino a criar uma linha de acessórios inspirada pela coleção de Alta-Costura, a dupla formada pelo European Institute of Design, em Roma, já tinha feito sucesso na direção criativa da Fendi. Um passo além e o talento deles pode ser admirado a cada nova semana de moda.
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| Desfile de Primavera Verão 2013 da Valentino. Clássicos vestidos vermelhos apareceram em modelos com mangas longas e golas fechadas (Márcio Madeira) |
Dada a discrepância de estações entre os hemisférios Norte e Sul (obrigada, natureza!) a linha que estará nas araras por aqui não é a desfilada em Paris recentemente e sim o Outono-Inverno 2012. Expostas nas quatro luxuosas salas projetadas e interligadas pelo mundialmente famoso David Chepperfield, aparecem casacos com volumes clean e saias para serem usadas sobre calças. Em lã fria, jacquard, couro ou chifon, as cores obedecem ao padrão da marca e passeiam pela cartela dos brancos e nudes chegando ao preto – na Valentino, a linha Noir é dedicada somente às peças nesse tom.
Além das passarelas e das novas lojas brasileiras - São Paulo terá uma Red Valentino, segunda marca do grupo, também no Cidade Jardim, enquanto o Rio de Janeiro recebe ambas as grifes até o fim de 2012 - o trabalho de Valentino e de seus substitutos ganha também uma exposição para chamar de sua. Em 29 de novembro, a Somerset House, em Londres, inaugura a mostra Valentino: Master of Couture Exhibition. Dividida em três setores, a exibição em cartaz até março do próximo ano pretende fazer uma retrospectiva da carreira do estilista e da trajetória de sua marca. O público inicia a visita admirando uma série de fotografias tiradas ao longo da vida de Valentino. Em seguida, os visitantes assumem a passarela, por onde caminham para ver 130 modelos de alta-costura expostos. Finalmente, uma série de vídeos nos convida a adentrar o atelier e demonstra o primoroso trabalho por trás da criação do vestido de noiva da princesa Marie Chantal, da Grécia.
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| Tapume na loja da Valentino no Shopping Cidade Jardim. O mall paulistano será o primeiro endereço brasileiro da marca italiana (Reprodução) |
Ps: Certo dia, Valentino perguntou "Espero que as pessoas digam 'Valentino, ele fez algo para a moda, não é'? ". Perdoe a nossa ousadia, mas agora somos nós a responder: fez muito pela moda. Obrigada.
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20 de set. de 2012
2013 é ano de punk, bebê!
Megaexposição anual do Metropolitan Museum de Nova York homenageia o movimento
Por Priscilla Sobral e João Fantini
Ansiedade. O dicionário Michaelis define como "Aflição, angústia, ânsia". Na prática, porém, essas nove letras podem ganhar os mais diversos contornos, de unhas roídas até mesmo noites mal dormidas. Por que estamos falando sobre isso? Simples. Este blog, sem nenhuma cerimônia, confessa ser um ansioso com direito a carteirinha de sócio-torcedor e tudo. Se é impossível negar a natureza, há motivos que exaltam nossos sintomas e frustram nossas tentativas de "take it easy". O mais recente deles atende pelo nome "Punk: Chaos to Couture".
Rebelde como só ele, sofisticado pelo tempo e adaptado ao século 21, o punk do MET ocupa as galerias Cantor, no segundo andar do museu. Por lá, 100 looks, entre masculinos e femininos, pretendem mostrar aos visitantes como a estética punk influenciou da alta-costura ao prêt-à-pôrter, desde seu surgimento, na Inglaterra da década de 70, até os dias de hoje. "Desde as suas origens, o punk teve uma influência incendiária na moda", disse Andrew Bolton, curador do Costume Institute.
Para nenhum moicano se perder pelo caminho, a exposição divide-se em seis espaços temáticos. Primeiro deles, "Rebel Heroes" traça um panorama da cena musical do eixo NY-Londres da década de 70. Quem guia a visita são as bandas cujos hits ecoavam por muitos inferninhos e clubs descolados da época: The Ramones, The Sex Pistols e The Clash. Na galeria seguinte, batizada de "The Coutorier Situationists", o trabalho de dois estilistas embalados em berço punk ganha destaque: então marido e mulher, Malcom McLaren e Vivienne Westwood apresentam sua icônica loja Let It Rock, futuramente renomeada SEX e Seditionaries. "Embora a democracia punk esteja em oposição à autocracia da moda, os designers continuam a adaptar a estética punk a um vocabulário apropriado para capturar a sua rebeldia juvenil e contundência agressiva.", completa.
Da convivência, ora harmônica, ora complicada, entre o "faça você mesmo" e o "feito sob medida", nascem os quatro espaços seguintes: em “Pavilions of Anarchy and Elegance”, o foco está na alta-costura e na customização, enquanto que em “Punk Couture” o foco está nos acessórios do universo punk, como tachas, pregos, correntes, zíperes, cadeados, alfinetes e lâminas (ufa!).
Já em “D.I.Y Style”, Bolton e o fotógrafo Nick Knight, consultor criativo da mostra, apresentam um panorama do punk na construção e reciclagem de materiais. Por fim, “La Mode Destroy” explora os elementos característicos do punk - com suas roupas rasgadas, maquiagem borrada e cabelos desgrenhados - como reflexo da desesperança que reinava entre os jovens há 40 anos e explorados em criações de designers de estilos tão opostos quanto Nicolas Ghesquière, Karl Lagerfeld, Haider Ackermann, Helmut Lang, Gianni Versace e Alexander Wang.
Por eles ou por ser “punkeiro” nato ou fashionista criado, motivos para marcar a “Punk: Chaos to Couture” na sua agenda 2013 não faltam. Não que seja necessário motivo algum para visitar a Big Apple ou o MET. Ambos já são incríveis por si só e esse blog, novamente, é suspeito para declarar qualquer coisa sobre Manhattan. Com uma exposição sobre o punk? Melhor pararmos por aqui. Fiquemos com a ansiedade e meses para explorar o punk no iPod.
Por Priscilla Sobral e João Fantini
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| Vivienne Westwood em foto da década de 70: estilista foi uma das precursoras na adaptação do estilo punk a moda e ganha uma ala para chamar de sua na mostra "Punk: Chaos to Couture" (Reprodução) |
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| Riccardo Tisci, da Givenchy, e a atriz Rooney Mara: eles estarão entre os vips convidados para o Baile de Gala que abre a mostra "Punk: Chaos to Couture" no dia 6 de maio de 2013 (Reprodução) |
Rebelde como só ele, sofisticado pelo tempo e adaptado ao século 21, o punk do MET ocupa as galerias Cantor, no segundo andar do museu. Por lá, 100 looks, entre masculinos e femininos, pretendem mostrar aos visitantes como a estética punk influenciou da alta-costura ao prêt-à-pôrter, desde seu surgimento, na Inglaterra da década de 70, até os dias de hoje. "Desde as suas origens, o punk teve uma influência incendiária na moda", disse Andrew Bolton, curador do Costume Institute.
Para nenhum moicano se perder pelo caminho, a exposição divide-se em seis espaços temáticos. Primeiro deles, "Rebel Heroes" traça um panorama da cena musical do eixo NY-Londres da década de 70. Quem guia a visita são as bandas cujos hits ecoavam por muitos inferninhos e clubs descolados da época: The Ramones, The Sex Pistols e The Clash. Na galeria seguinte, batizada de "The Coutorier Situationists", o trabalho de dois estilistas embalados em berço punk ganha destaque: então marido e mulher, Malcom McLaren e Vivienne Westwood apresentam sua icônica loja Let It Rock, futuramente renomeada SEX e Seditionaries. "Embora a democracia punk esteja em oposição à autocracia da moda, os designers continuam a adaptar a estética punk a um vocabulário apropriado para capturar a sua rebeldia juvenil e contundência agressiva.", completa.
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| Com hits como "God Save The Queen" e "Anarchy in the UK", o Sex Pistols personificou o comportamento desesperançado de toda a geração punk (Reprodução) |
Da convivência, ora harmônica, ora complicada, entre o "faça você mesmo" e o "feito sob medida", nascem os quatro espaços seguintes: em “Pavilions of Anarchy and Elegance”, o foco está na alta-costura e na customização, enquanto que em “Punk Couture” o foco está nos acessórios do universo punk, como tachas, pregos, correntes, zíperes, cadeados, alfinetes e lâminas (ufa!).
Já em “D.I.Y Style”, Bolton e o fotógrafo Nick Knight, consultor criativo da mostra, apresentam um panorama do punk na construção e reciclagem de materiais. Por fim, “La Mode Destroy” explora os elementos característicos do punk - com suas roupas rasgadas, maquiagem borrada e cabelos desgrenhados - como reflexo da desesperança que reinava entre os jovens há 40 anos e explorados em criações de designers de estilos tão opostos quanto Nicolas Ghesquière, Karl Lagerfeld, Haider Ackermann, Helmut Lang, Gianni Versace e Alexander Wang.
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| O punk ganhou releitura em editorial batizado de "Punk´d" e estrelado por Arizona Muse na Vogue americana de março de 2011 (Reprodução) |
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30 de ago. de 2012
Sra. Irreverência
Carine Roitfeld faz rasante brasileiro para autografar o livro “Irreverent”
Por Priscilla Sobral e João Fantini
Em quase 400 páginas, a obra está longe de ser um simples resumo da carreira dessa parisiense filha de mãe francesa e pai russo. Seria essa uma definição das mais comuns e se há palavras que se repelem, elas são certamente "Carine Roitfeld" e "senso comum". Descoberta como modelo aos 18 anos, Carine trilhou seu caminho para o além-passarela atuando como stylist. Caiu nas graças de Mario Testino, integrou o time da Elle francesa e foi consultora de ninguém menos que Tom Ford, durante sua temporada na Gucci.
Dali para ganhar o comando da Vogue Paris, não demorou muito. Em 2001, a mãe de Julia e Vladimir e companheira de três décadas do empresário Christian Restoin assumiu o posto que seria seu por toda uma década. Provocativa por natureza, Carine moldou a Vogue francesa ao seu modo: elegante, ousada, sensual, instigante. Prova disso? Sua última capa, de março de 2011, traz apenas o título "Fantaisie - Mode, Bijoux, Beauté, artistes". Em época de excessos de chamadas, Carine nada contra a corrente. "Eu só tenho um feeling sobre o que é exciting. Tudo vem simplesmente de feeling. Então eu não sei (…) eu acho que talvez eu tenho um talento”, declarou Carine em entrevista à New York Magazine.
Na era P.V (leia-se pós Vogue), o feeling de Carine parece ter sido aguçado e em nada alterado. Deixou os editoriais para ganhar as vitrines da Barney´s em uma campanha estrelada só por amigos da editrix e, em setembro, ganha bancas e livrarias mundo afora na forma da revista CR Fashion Book. Semestral, a publicação - da mesma editora da hypada Visionaire- pretende misturar em suas páginas profissionais renomados e novos talentos, todos trabalhando em torno de um único tema. Com 288 páginas e tiragem de 50 mil exemplares, o número 1 custará cerca de US$ 9,95.
Oficialmente, a revista faz seu lançamento durante o evento de moda mais importante do globo, a Semana de Moda de Nova York. E é para a Big Apple que parte Carine ao deixar a capital paulista. Antes disso, contudo, a francesa deixa de lado a profissional para paparicar o herdeiro, Vladimir, que inaugura, também no megacomplexo do Morumbi, uma exposição do artista plástico Nicolas Pol.
Pelo Twitter, em vídeo, em uma vitrine, em um editorial, em um livro ou em uma campanha. Seja como editora ou mãe, fotógrafa ou publisher, modelo ou jornalista, stylist ou escritora. Carine é tudo menos comum e nós somos fãs.
Por Priscilla Sobral e João Fantini
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| Carine Roitfeld em foto publicada em seu livro Irreverent (Reprodução) |
Uma fila de fashionistas alvoroçados deve se formar na porta da Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim nesta segunda-feira (dia 3). Livros em mãos e olhares atentos, eles devem esperar, não tão pacientemente, por uma das figuras mais icônicas a circular atualmente pelo little fashion world. Sim, senhoras e senhores, é ela mesma, Carine Roitfeld, em pouca carne, muito osso e estilo até dizer chega, que faz rasante tupiniquim para assinar nessas terras apenas 150 exemplares de sua própria bíblia, o livro "Irreverent".
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| Capa do livro Irreverent, cujo lançamento acontece a partir das 17h desta segunda-feira (dia 3) na Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim (Divulgação) |
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| A ex-editora da Vogue Paris, Carine Roitfeld, vem ao Brasil também para prestigiar a abertura da exposição que seu filho, Vladimir, abre no Shopping Cidade Jardim (Divulgação) |
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| A holandesa Saskia de Brauw foi capa da última edição da Vogue Paris dirigida por Carine (Reprodução) |
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| Capa da CR Fashion Book, revista semestral que Carine lança durante a Semana de Moda de Nova York (Reprodução) |
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| Carine e o filho Vladimir em campanha que ela assinou para a loja de departamentos norte-americana Barney´s (Reprodução) |
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21 de ago. de 2012
Ney Matogrosso
Figurino do cantor é tema de exposição no Senac
Qualquer um que já tenha assistido a um show de Ney Matogrosso já deve ter percebido que os figurinos do cantor chamam quase tanta atenção quanto suas performances no palco. Exuberantes por natureza, as roupas do cantor acabam de ganhar uma exposição para chamar de sua. No campus Santo Amaro do Centro Universitário Senac, a mostra "Cápsula do Tempo: identidade e ruptura no vestir de Ney Matogrosso" reúne cerca de 30 trajes usados pelo artista em seus 40 anos de carreira, dentre os 220 que Ney doou para a instituição. Até 14 de dezembro, a mostra tem entrada gratuita e é programa imperdível para os fashionistas e fãs do cantor.
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| Ney Matogrosso: figurinos expostos no Senac Santo Amaro até dezembro (Foto: Reprodução) |
9 de ago. de 2012
Muito além das roupas
FAAP explora a moda brasileira em megaexposição que aborda criação , história e a indústria fashion
Como sugere o próprio nome, o objetivo da mostra é dos mais ousados: levar o público a um passeio pela moda brasileira dos séculos XX e XXI. Para isso, a curadoria lança mão de uma série de recursos, com destaque, é claro, para modelos dos mais significativos estilistas contemporâneos. Eles dividem espaço com jóias, fotografias, publicações, tecidos, vídeos e objetos, como máquinas de costura e ferro de passar. “Pouco sabemos dos múltiplos e complexos caminhos que percorrem o vestido ou a camisa que escolhemos para vestir. Ignoramos a procedência e os tipos de linhas que compõem a trama ou o tecido, quem desenha e confecciona”, observa o curador da exposição, José Luis Hernandez Alfonso.
Espalhados pela sala Annie Penteado, dez núcleos temáticos organizam a jornada por essa história ainda pouco explorada. No principal deles, "Criadores Contemporâneos", 20 looks emblemáticos levam a assinatura de estilistas como Alexandre Herchcovitch, Carlos Miele, Gloria Coelho e Ronaldo Fraga. Dos primeiros nomes a ganhar fama na cena fashion tupiniquim, Clodovil Hernandez, Dener, Guilherme Guimarães e Markito são alguns dos designers cujas criações poderão ser vistas no núcleo "Costureiros". Inspirados por essa história e com o olhar voltado para o futuro, "Novíssimos" exibe o trabalho de sete designers brasileiros recém-graduados. “A exposição leva o público de todas as idades a relembrar, conhecer, apreciar e valorizar a trajetória e o presente da moda no Brasil”, destaca Denise Pollini, também curadora da mostra.
Passado, presente e futuro
Se não é de um único pedaço de tecido que se faz um vestido, não é só de roupas que se faz uma exposição sobre moda. Segundo pela ordem cronológica, o núcleo "Pau Brasil" faz uma ode aos acessórios da artista Maria Lúcia Barbosa, que resgata em colares, braceletes e broches, materiais e técnicas indígenas. A criatividade brasileira também aparece nos núcleos "Modistas", dedicado às profissionais anônimas e no qual estarão reunidos de ferros de passar a manuais de costura, e "Publicações", onde será possível folhear encartes, folhetos de ilustrações e revistas sobre moda publicadas no início da última década, como O Cruzeiro e A Cigarra.
Em quatro outros núcleos, o foco está em desdobramentos econômicos: no bloco "Indústria e Comércio" os destaques ficam por conta de um vestido da casa Madame Rosita, da década de 1970, e um macacão da Casa Vogue, da década de 1960, enquanto que em "Feiras e Desfiles" é de um modelo da Casa Rhodia, centro de estudos de estilismo criado na década de 80 pela multinacional francesa de mesmo nome, o posto de atração principal. Relembrando os primeiros cursos e métodos autorais de corte, o segmento "Formação Profissional" traça um panorama do ensino de moda no Brasil desde o fim do século XX até as atuais faculdades e pós-graduações na área.
São três símbolos brasileiros, contudo, que devem conquistar o público que visitar a que fica em cartaz até o dia 30 de setembro: o jeans, as Havaianas e os bíquinis brasileiros. “A qualidade da moda praia e o jeans brasileiro, aliando modelagem sofisticada e alta tecnologia, determinaram o sucesso desses produtos e a procura pelo design nacional”, destaca a Profª Maria Izabel Branco Ribeiro, diretora do MAB-FAAP. Marcas como Cavalera, Forum e Triton mostram as mais icônicas calças jeans femininas, além de tecidos índigo da Vicunha Têxtil. Por sua vez, labels como Adriana Degreas, Cia. Marítima e Jo de Mer exibem o melhor da moda praia.
Seja para responder uma das perguntas do início deste texto ou para questioner-se sobre outros infinitos assuntos, conhecer a moda brasileira em uma mostra gratuita como essa é imperdível para fashionistas iniciantes ou iniciados. Sem desculpas, ok?
Fotos: Fernando Silveira/Divulgação FAAP e Thais Staut/Divulgação FAAP
Exposição ‘Moda no Brasil: criadores contemporâneos e memórias’
De 12 de agosto a 30 de setembro
MAB-FAAP – Sala Annie Penteado
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Grátis
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: (11) 3662-7200
De terça a sexta, das 10h00 às 20h00
Aos sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00 (Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado)
| Havaianas: 50 modelos das sandálias de borracha estão em exposição no núcleo A Cara do Brasil |
Você sabe quem era o estilista brasileiro mais importante da década de 60? E a Casa Vogue, já ouviu falar? Sabe qual foi o primeiro estilista brasileiro a desfilar fora do País? E qual revista ditava as tendências nos anos 80? Consegue dizer quem são os estilistas recém-formados que devem ganhar as passarelas nacionais? E listar o quê os fashionistas estrangeiros desejam na moda brasileira atual? É para quem conseguiu responder uma, nenhuma ou todas essas perguntas que a Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) inaugura neste domingo (dia 12) a inédita exposição "Moda no Brasil: criadores contemporâneos e memórias".
| Exemplar da revista The Delineator, de 1898 , p ode ser vista no núcleo Publicações |
Espalhados pela sala Annie Penteado, dez núcleos temáticos organizam a jornada por essa história ainda pouco explorada. No principal deles, "Criadores Contemporâneos", 20 looks emblemáticos levam a assinatura de estilistas como Alexandre Herchcovitch, Carlos Miele, Gloria Coelho e Ronaldo Fraga. Dos primeiros nomes a ganhar fama na cena fashion tupiniquim, Clodovil Hernandez, Dener, Guilherme Guimarães e Markito são alguns dos designers cujas criações poderão ser vistas no núcleo "Costureiros". Inspirados por essa história e com o olhar voltado para o futuro, "Novíssimos" exibe o trabalho de sete designers brasileiros recém-graduados. “A exposição leva o público de todas as idades a relembrar, conhecer, apreciar e valorizar a trajetória e o presente da moda no Brasil”, destaca Denise Pollini, também curadora da mostra.
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| Vestidos de José Gayegos, Zuzu Angel, Ronaldo Esper e Clodovil Hernandez estão no bloco Costureiros |
Se não é de um único pedaço de tecido que se faz um vestido, não é só de roupas que se faz uma exposição sobre moda. Segundo pela ordem cronológica, o núcleo "Pau Brasil" faz uma ode aos acessórios da artista Maria Lúcia Barbosa, que resgata em colares, braceletes e broches, materiais e técnicas indígenas. A criatividade brasileira também aparece nos núcleos "Modistas", dedicado às profissionais anônimas e no qual estarão reunidos de ferros de passar a manuais de costura, e "Publicações", onde será possível folhear encartes, folhetos de ilustrações e revistas sobre moda publicadas no início da última década, como O Cruzeiro e A Cigarra.
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| Colares de Maria Lúcia Barbosa estão no núcleo Pau Brasil |
Em quatro outros núcleos, o foco está em desdobramentos econômicos: no bloco "Indústria e Comércio" os destaques ficam por conta de um vestido da casa Madame Rosita, da década de 1970, e um macacão da Casa Vogue, da década de 1960, enquanto que em "Feiras e Desfiles" é de um modelo da Casa Rhodia, centro de estudos de estilismo criado na década de 80 pela multinacional francesa de mesmo nome, o posto de atração principal. Relembrando os primeiros cursos e métodos autorais de corte, o segmento "Formação Profissional" traça um panorama do ensino de moda no Brasil desde o fim do século XX até as atuais faculdades e pós-graduações na área.
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| Vestidos de Reinaldo Lourenço (esquerda) e Gloria Coelho (direita) podem ser apreciados no bloco Criadores Contemporâneos |
São três símbolos brasileiros, contudo, que devem conquistar o público que visitar a que fica em cartaz até o dia 30 de setembro: o jeans, as Havaianas e os bíquinis brasileiros. “A qualidade da moda praia e o jeans brasileiro, aliando modelagem sofisticada e alta tecnologia, determinaram o sucesso desses produtos e a procura pelo design nacional”, destaca a Profª Maria Izabel Branco Ribeiro, diretora do MAB-FAAP. Marcas como Cavalera, Forum e Triton mostram as mais icônicas calças jeans femininas, além de tecidos índigo da Vicunha Têxtil. Por sua vez, labels como Adriana Degreas, Cia. Marítima e Jo de Mer exibem o melhor da moda praia.
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| Vestidos de Adriana Tristão (esquerda) e Elisa Quinteiros (direita) estão no núcleo "Novíssimos" |
Seja para responder uma das perguntas do início deste texto ou para questioner-se sobre outros infinitos assuntos, conhecer a moda brasileira em uma mostra gratuita como essa é imperdível para fashionistas iniciantes ou iniciados. Sem desculpas, ok?
Fotos: Fernando Silveira/Divulgação FAAP e Thais Staut/Divulgação FAAP
Exposição ‘Moda no Brasil: criadores contemporâneos e memórias’
De 12 de agosto a 30 de setembro
MAB-FAAP – Sala Annie Penteado
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Grátis
Informações: (11) 3662-7198
Visitas Educativas: (11) 3662-7200
De terça a sexta, das 10h00 às 20h00
Aos sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00 (Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado)
5 de jul. de 2012
A expo da Costanza
Consultora de moda ganha mostra sobre sua carreira no Shopping Leblon
Notícia boa para os cariocas: no dia 11 de julho, o Shopping Leblon inaugura uma mostra qcomo homenageada que tem como homenageada a consultora de moda e ícone da moda brasileira Costanza Pascolato. Com cenografia by Edgar Octávio e curadoria de Alessandra Blocker, filha da colunista da revista Vogue, a exposição reúne um ótimo mix de fotos e depoimentos sobre a carreira de Costanza. Para quem quiser conferir, a entrada é gratuita e a mostra fica em cartaz até 29 de julho.
Foto: Divulgação
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